Eu quero ver ciranda.
Tragar uma cana caiana.
Deitar na rede da varanda.
Dormir com você.
E amanhecer com passarinhos que fazem canções.
E o sol vai dizer...
E a lua brindar os nossos corações.
Eu quero ver festança.
Como bumba meu boi disparado.
Saltimbancos Serrados
Levando chuvas de risos pra dor
Quero te ver, cigana.
Eu quero que tu leia em minha mão
Um futuro pro meu coração,
Onde caiba você.
terça-feira, 20 de julho de 2010
quinta-feira, 1 de abril de 2010
Prisão Moderna
Prisão Morderna
(Eric Ventura)
Meu mundo resume-se a volta de dois ponteiros
A cada 360 graus um suspiro de alívio
Uma hora a menos exterminando o tédio
Esperança chula pra chegada do fim
Prometem-me a liberdade.
Qual? De poder transitar pelas ruas?
Falam-me inutilidades, combram-me futilidades
E ainda querem minha paciência...
Sinceramente, meu Deus,
Já estou pagando meus pecados por aqui.
Olho pro lado, então.
Vejo nos olhos de um companheiro
Um grito de socorro calado,
Um sofrimento reprimido, tortura disfarçada!
Arrepio-me.
Nunca mais piso numa auto-escola.
(Eric Ventura)
Meu mundo resume-se a volta de dois ponteiros
A cada 360 graus um suspiro de alívio
Uma hora a menos exterminando o tédio
Esperança chula pra chegada do fim
Prometem-me a liberdade.
Qual? De poder transitar pelas ruas?
Falam-me inutilidades, combram-me futilidades
E ainda querem minha paciência...
Sinceramente, meu Deus,
Já estou pagando meus pecados por aqui.
Olho pro lado, então.
Vejo nos olhos de um companheiro
Um grito de socorro calado,
Um sofrimento reprimido, tortura disfarçada!
Arrepio-me.
Nunca mais piso numa auto-escola.
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